BOM DIA!
Tenho tido uma experiência nova com a mudança de residência, o fato de vir à igreja a pé; logicamente isso me leva a cruzar com várias pessoas que não conheço e algumas que tenho uma aproximação de vista. Tenho procurado me exercitar a pelo menos trocar um “BOM DIA”.
Não fiz uma pesquisa científica e nem busquei em teses para descobrir o bem emocional que esse gesto pode causar em quem recebe e em quem se doa, mas uma coisa sei, Jesus nos exorta a esses gestos pequenos. Certa vez quando Jesus enviou os doze às cidades pede para que seus discípulos, ao entrarem na casa, a saudassem e se a casa fosse digna que a paz repousasse sobre ela, (Mt.10.12,13). Que tal termos esse gesto a partir dos domésticos da fé?
O Jornal diário de São Paulo trouxe em um de seus artigos o episódio vivido por um Psicólogo que fingiu ser gari por 8 anos vivendo como um ser invisível. Varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado e sua experiência foi de constatação de que a “percepção humana está totalmente prejudicada e condicionada a divisão social de trabalho, onde ENXERGA-SE SOMENTE A FUNÇÃO E NÃO A PESSOA. A maior lição de vida que teve foi: “Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência”. Por vezes as pessoas passavam por ele como se estivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão. Ser ignorado é uma das piores sensações que existe na vida! Essa foi sua constatação.
Obrigado Deus por mais uma vez ser tão bondoso para comigo querendo me ensinar através das pequenas coisas, dos pequenos gestos, espero que possa ensinar a você também. E juntos fazermos parte dessa igreja dos discípulos que faz diferença.
A todos um BOM DIA! Pr. e amigo Gilson
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